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18 de dez. de 2008

90% dos animais silvestres vendidos ilegalmente morrem logo após deixar habitat

Por Agência Brasil
publicado em Portal do meio-ambiente
http://www.portaldomeioambiente.org.br/

Cerca de 90% dos animais silvestres morrem logo depois de retirados de seu habitat, conforme dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Com o objetivo de orientar a população sobre a importância de se manter o animal na natureza e coibir o tráfico e comércio ilegal no país, o Ibama realiza até o dia 23 de dezembro a campanha Viagem é o Bicho. Mas sem Bicho, nas rodovias que ligam Brasília à Região Nordeste.
“Estamos fazendo a campanha para mostrar que não é interessante comprar animal silvestre em viagens e mantê-lo em casa sem autorização. Isso é crime ambiental”, diz o chefe de fiscalização do Ibama do Distrito Federal, Hugo Brito.
Em entrevista à Rádio Nacional da Amazônia, Brito disse que os animais que aparentam comportamento amigável são os preferidos no momento da compra. Micos, papagaios, araras, peixes ornamentais estão entre as principais espécies vendidas ilegalmente.
Entretanto, ele explicou que o animal é embriagado para parecer manso. “A pessoa que está comprando é praticamente cúmplice de um crime ambiental. Os danos que isso traz ao ambiente são muito grandes”, afirmou.
Brito informou que não é apenas a compra do animal que configura crime ambiental. Adquirir parte dele, como carne de caça ou simplesmente uma pena que enfeita um brinco, também são exemplo do delito. “As penas que o pássaro soltam não são viçosas e bonitas para o artesanato. Essa pena ou foi arrancada de um exemplar vivo ou esse animal foi abatido para que essas penas fossem retiradas.”
Transmissão de doenças
Brito apontou outra preocupação conseqüente do comércio e tráfico ilegal de animais silvestres: as doenças que podem surgir a partir de microorganismos presentes no animal, sendo que muitas delas ainda não foram catalogadas. Como exemplo, citou o vírus da hantavirose, que há seis ainda não havia sido diagnosticado em áreas urbanas.
“As pessoas estão invadindo as áreas que são de proteção, tornando maior o contato dos animais silvestres com as áreas urbanas. Junto com os animais, as doenças também chegam às cidades. São males que acabam sendo disseminandos rapidamente entre a população”, destacou.
Durante os dias de divulgação da campanha Viagem é o Bicho. Mas sem Bicho, o agente do Ibama informou que o trabalho será apenas de educação, mas que, passado esse período, serão feitos monitoramentos com aplicação de multas. “Depois de passarmos o conhecimento para o pessoal, a gente tem a obrigação de fazer a autuação daqueles que insistem em comprar e manter o animal em casa.”
Quem for pego com animais silvestres pode receber multa no valor de R$ 500 por item apreendido. No caso de animais silvestres que constam na lista de extinção, a multa sobe para R$ 5 mil.

Fonte: Agência Brasil/EcoAgência.

12 de dez. de 2007

Grupo de Estudantes e Pesquisadores Arca de Noé

Ao decorrer deste semestre, um grupo de universitários iniciou trabalhos de pesquisa em diferentes campos de conhecimento tendo como objeto de estudo o plantel do Centro de Vida Selvagem. Os estudantes fazem visitas ao local com assiduidade, realizam levantamentos e acompanham os animais.

A dedicação ao projeto e a colaboração voluntária na manutenção e cuidado com os recintos e com os cerca de 500 animais abraçados pela Arca de Noé não deixam dúvidas de que o grupo, mais que produzir conhecimento científico, está promovendo a qualidade de vida dos animais e colaborando com a causa ambiental.

Algumas informações coletadas na Arca, dados sobre o seu plantel e imagens, bem como notícias do mundo animal estão disponíveis ao público no seguinte endereço: http://arcadenoe1.blogspot.com/




Foto extraída do Blog arcadenoe1.
Clic de um filhote de sagüi nascido na Arca

Acompanhe a trajétória do grupo de pesquisas e se encante com as descobertas e as novas experiências que a Arca de Noé pode oferecer.

Se você é estudante de biologia, veterinária, nutrição, gestão ambiental ou outra área afim, ou tem um projeto de pesquisa, uma visão e a vontade de colaborar, entre em contato conosco para conhecer melhor a Arca e participar.


mail to: contatoarcadenoe@gmail.com

7 de dez. de 2007

Exposição de Fotos Arca de Noé

O fotógrafo Tiago Trindade, conhecido na cena da moda e de eventos do Rio Grande do Sul, visitou o Centro de Vida Selvagem e capturou algumas das imagens mais representativas já feitas de algumas espécies em vias de extinção e também de outros animais que compõem o plantel do criadouro conservacionista.

Identificado com a causa, Tiago apoia a Arca e além de produzir as imagens, está divulgando o projeto através da exposição de fotos em seu site.

Os registros feitos no Centro de Vida Selvagem falam por si só.

E valem, não só para ilustrar o trabalho da Arca de Noé, mas também para aproximar o público da urgência do tema, das perdas ao planeta promovidas pela ação do homem, da condição de vida dos animais obrigados a viver em cativeiro e do esforço de grupos engajados que buscam oferecer à sociedade e ao mundo a chance da biodiversidade.

Você pode visitar a exposição virtual acessando o site http://www.tiagotrindade.com/.


Seja também um apoiador da Arca de Noé.

Entre em contato através do email: contatoarcadenoe@gmail.com e colabore!

Preservação Ambiental: a nossa causa também é sua.

28 de nov. de 2007

Arca de Noé na TV

O TVE Repórter traz como tema desta semana os Primatas Urbanos.
O programa veicula hoje, quarta-feira, às 22h40 e no domingo, às 21h no canal 07.

A equipe de reportagem contatou o Ibama buscando saber um pouco mais sobre a trajetória destes macacos que migram para os centros urbanos tentando a sobrevivência.

O órgão indicou a Arca de Noé para coleta de material em vídeo e informações sobre o tema.

Foram registrados takes do Centro de Vida Selvagem e dos animais que compõem o plantel.

Hugo Schünemann, fundador da Arca de Noé, concedeu entrevista à TVE falando sobre o projeto, sua proposta e sua função e também sobre a nova postura de fomento à pesquisa.

Moira Ansolch, veterinária especializada em animais silvestres que atende ao plantel da Arca, contou sobre hábitos dos primatas e sobre as condições de vida em cativeiro.

Assista hoje ao programa, conheça um pouco mais sobre o projeto e informe-se sobre como colaborar.

25 de nov. de 2007

Arca de Noé: A nossa causa é também sua


Há mais 10 anos, a Arca de Noé atua como um centro de manutenção da vida de animais silvestres vitimados pelo tráfico, maus-tratos e pela impossibilidade de sobrevivência em seus habitats naturais.

Criadouros conservacionistas prestam um importante serviço no esforço de evitar a extinção permanente de muitas espécies, abrigando animais e oferecendo a possibilidade de reprodução da espécie em ambientes propícios ao seu desenvolvimento. Entretanto, a proposta da Arca de Noé vai além.

Promovendo a participação de jovens pesquisadores, a instituição, inscrita no Ibama sob o registro de número 2/43/1999/000039-8, se propõe a servir como um banco genético de primatas.
A idéia é a de gerar conhecimento científico com base em estudos realizados com os animais do Centro de Vida Selvagem, melhorando a qualidade de vida do seu próprio plantel, oportunizando melhorias nas condições de cativeiro neste em outros criadouros conservacionistas e, principalmente, deixando para as gerações futuras um importante legado: informações sobre espécies em vias de extinção que poderiam – e podem ainda - ter um fim sem que se saiba ao certo o que representam para o planeta.

A Arca de Noé é um projeto de iniciativa civil, mantido por pessoas como eu e você, que não só acreditam que podem fazer a diferença, como realmente fazem. E toda a ajuda é bem-vinda.
Grandes gestos começam por pequenas escolhas que fazemos no nosso dia-a-dia. Entre em contato com este e outros projetos e descubra como colaborar com o meio-ambiente. Informe-se e comece a agir.

Pratique responsabilidade ambiental.
A nosssa causa é também sua.